<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314</id><updated>2011-09-19T21:50:23.304-03:00</updated><title type='text'>Reflexões Conscientes</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>15</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-5840296819134314793</id><published>2011-04-13T19:22:00.000-03:00</published><updated>2011-04-13T19:22:42.166-03:00</updated><title type='text'>Sobre o Desapego</title><content type='html'>Ao contrário do que a língua portuguesa sugere, DESAPEGO não é o princípio oposto do APEGO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DESAPEGO é apenas NÃO APEGO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O princípio oposto do APEGO é a AVERSÃO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O DESAPEGO é o ponto central entre o APEGO e a AVERSÃO, é o caminho do meio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-5840296819134314793?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/5840296819134314793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2011/04/sobre-o-desapego.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/5840296819134314793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/5840296819134314793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2011/04/sobre-o-desapego.html' title='Sobre o Desapego'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-1435217399878475097</id><published>2010-04-09T22:12:00.002-03:00</published><updated>2010-04-16T14:13:55.760-03:00</updated><title type='text'>Medo de Mudanças</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma amiga me pediu, depois do último texto, para escrever algo sobre medo de mudanças. A princípio ia deixar esse tema para depois, pois pensava em escrever sobre escolhas, o que de certa forma abordaria também o assunto mudanças. Mas ao longo da semana acabei me lembrando de algumas reflexões que fiz sobre o tema há pouco tempo, e como um pensamento puxa outro, mudei de idéia e resolvi escrever sobre mudanças de uma vez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das coisas que passou pela minha cabeça é como o medo da mudança é tão sem propósito quanto o medo da morte, pois são acontecimentos inevitáveis. Sendo assim, não é melhor nos prepararmos para passar bem por esses acontecimentos, ao invés de temê-los? E pensando nas mudanças e na morte percebi como mudanças não são nada além de pequenas mortes, momento a momento, e se uma das melhores maneiras de morrermos em paz é ter a certeza de que vivemos bem nossa vida, vivendo intensamente cada momento fica mais fácil aceitar as mudanças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu entendo que mudanças são etapas importantes de transformação, e parte integrante de nossa evolução, sem mudança não há evolução, e a natureza está aí para nos mostrar isso. Pensemos, por exemplo, no que acontece a um músculo do corpo que não muda sua posição, ele não abandona sua zona de conforto e fica lá, nunca se estende nem se contrai, fatalmente ele irá definhar, ficando cada vez mais fraco. Por outro lado, um músculo que sempre se exercita e muda de forma todo o tempo, se torna cada vez mais forte e flexível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro fato que percebi a respeito das mudanças é sua manifestação tão mais forte e avassaladora quanto maior o esforço que fazemos para evitá-las. Parece até mesmo que se entendermos que as mudanças são inevitáveis, e ao invés de repudiá-las as acolhermos, elas acontecerão de forma tão suave que talvez nos pareça que elas nem aconteceram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma imagem que pode ilustrar essa idéia é a de alguém sentado em meditação; se uma pessoa se sentar para meditar, acreditando que não poderá exprimir nenhum pensamento, sentido, ou ação fisiológica, em pouco tempo estará tão incomodada que transferirá essa agitação para seu exterior e sua meditação não acontecerá; já quem sabe que os processos internos não deixam de acontecer e simplesmente os aceita, é capaz de permanecer em meditação por períodos tão longos que a imobilidade externa irá se interiorizar, cessando assim a turbulência interna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas como tudo, não adiante saber que mudanças são boas se não colocarmos isso em prática. Eu sei que há mudanças muito difíceis de serem encaradas, mas talvez um bom caminho seja nos prepararmos com pequenas mudanças, comecemos a aceitar pequenas mudanças em nossa vida, como mudar o caminho de casa ao trabalho, mudar a mão que escova os cabelos, mudar hábitos alimentares, e aos poucos estaremos preparados para grandes mudanças. Vale até mesmo a dica da meditação acima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi pensando nessas coisas que tive um novo entendimento da famosa frase de Fernando Pessoa, “Tudo vale a pena se a Alma não é pequena”. Se a Alma for grande o suficiente para sempre aprender, não há nada que não nos leve adiante, até mesmo o que parecer um enorme revés em nossa vida servirá para nossa evolução. Isso me fez lembrar outro fato agora, os budistas dizem que o momento mais fecundo para um ser humano atingir a iluminação é o momento de sua morte. Pensem nisso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado a todos! Com amor,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mateus&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-1435217399878475097?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/1435217399878475097/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2010/04/medo-de-mudancas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/1435217399878475097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/1435217399878475097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2010/04/medo-de-mudancas.html' title='Medo de Mudanças'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-428993195369161378</id><published>2010-03-29T20:35:00.004-03:00</published><updated>2010-04-03T13:02:39.347-03:00</updated><title type='text'>O Ladrão e a Aranha</title><content type='html'>Um dia desses, eu estava na casa de mina irmã, e enquanto eu fazia algo que não me lembro exatamente o quê, ela corrigia alguns exercícios de seus alunos. Era uma turma de policiais, que parece, estavam se preparando para concursos internos, e uma das questões dizia respeito a um assassinato fictício. Em resumo, um homem entra em casa e vê uma pessoa estranha assaltando sua residência, na penumbra; o homem, que estava armado, atira e mata o assaltante para proteger sua casa e sua vida, mas para agravar o caso, o assaltante era ainda adolescente. Guardem essa história pois já iremos voltar a ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pouco depois, nesse mesmo dia, eu pedi à minha irmã que me arrumasse algum pote ou copo descartável, pois tinha uma aranha no corredor e eu queria colocá-la para fora de casa, pois optei por não matar mais nenhum ser. No entanto, minha irmã, que como a maioria das pessoas não se preocupa em matar insetos, quando viu a aranha simplesmente pisou em cima dela. Isso me deixou verdadeiramente triste, mas gerou um diálogo que me levou a uma reflexão bem interessante (pelo menos eu achei interessante).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A justificativa da minha irmã para ter matado a aranha é que ela poderia ser venenosa e picar alguma de suas filhas (uma com 3 e outra com 10 anos). Eu disse que não havia necessidade de matá-la, bastava colocar para fora de casa, e ela disse “Para ela voltar depois?”. Eu argumentei então que bastava colocá-la em uma árvore, que seria um lugar adequado e agradável para ela, que ela não voltaria. A conversa ainda continuou mais um pouco, pois ela temia que a aranha pudesse picar alguém do condomínio, etc, etc, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bom, o que interessa é que a história da aranha me fez pensar no exercício que ela havia corrigido; por que o homem matou o garoto ao entrar em casa? Porque temeu por sua própria vida. Mas porque simplesmente não pôs o bandido em mira e ordenou que saísse de sua casa? Provavelmente temia que ele pudesse voltar depois e se vingar. Então eu pensei, se esse homem, tal qual vários iluminados vieram nos ensinar, demonstrasse tamanha compaixão pelo jovem e resolvesse ajudá-lo, se apenas o tivesse rendido, por segurança, e conversasse com ele, procurando saber o porquê da vida que ele estava levando, e encaminhasse-o para um lugar agradável, uma instituição que pudesse ajudá-lo a se recuperar, mostrando a ele um caminho de amor, será que ele voltaria para se vingar? Eu penso que não, eu penso que se ele voltasse seria para agradecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estou preocupado nessa reflexão se não existe tal lugar, se isso é uma utopia na nossa sociedade, pois não estou pensando pequeno, não quero prender minhas reflexões ao “real”, pois em muitos casos é por isso que nunca chegamos ao ideal, pois quase nunca damos ao ideal a possibilidade de se manifestar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez se conseguirmos tratar os pequenos animais, que de nenhuma forma ameaçam nossa vida, com maior compaixão e respeito, talvez consigamos de uma forma mais fácil estender essa mesma compaixão e respeito a todos os nossos semelhantes. Claro que vocês podem pensar, “como uma aranha venenosa não é um risco à nossa vida?”, mas ela só é um risco enquanto estamos na ignorância a respeito dela. Pergunte a um biólogo que trata de animais peçonhentos se ele tem medo de aranhas, cobras ou escorpiões, eu imagino que não, e esse não medo vem simplesmente do conhecimento do outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É isso aí gente, desculpem se o texto ficou muito pesado, mas esse tempo sem escrever me enferrujou um pouco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espero que semana que vem tenha mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado a todos,&lt;br /&gt;
Mateus&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-428993195369161378?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/428993195369161378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2010/03/o-ladrao-e-aranha.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/428993195369161378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/428993195369161378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2010/03/o-ladrao-e-aranha.html' title='O Ladrão e a Aranha'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-211554309937966112</id><published>2010-02-04T18:56:00.000-02:00</published><updated>2010-02-04T18:56:14.939-02:00</updated><title type='text'>Avatar – O filme</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Duas semanas atrás fui assistir ao filme Avatar, e saí do cinema louco para escrever sobre o filme. Demorei um bocado para sentar em frente ao computador e começar a escrever, o que foi ótimo para me ajudar a trocar impressões e ampliar minhas reflexões sobre o filme.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos últimos anos, poucos filmes me chocaram tanto, e acho que desde “Matrix” não assisti um filme holywoodiano com tanta informação preciosa. Mas infelizmente esse não é o entendimento geral. Li muitos comentários a respeito do filme dizendo o quanto James Cameron foi genial e inovador no modo de fazer cinema, “pena que a história seja fraquinha”. Mas como disse um amigo, o filme tem várias leituras dependendo da bagagem de cada um. E por isso saí do filme com muita vontade de escrever, para passar um pouco do que eu vi, e espero que façam o mesmo. Quem sabe esse texto não consegue ser um campeão de comentários, no rastro do campeão de bilheteria que o inspirou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procurarei me ater apenas aos fatos que me chamaram mais atenção, para manter o padrão de tamanho dos textos, pois as reflexões sobre o filme são assunto suficiente para um livro. Começando pelo óbvio, Pandora é a Terra primitiva, sendo atacada pela Terra do futuro, e o não tão óbvio (até por ser a minha visão dos fatos), representando o conflito que a Terra está vivendo no presente, embora ele use claramente os conflitos entre americanos e índios da época da conquista do oeste. Depois eu volto a este ponto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fiquei impressionado com a maestria com que James Cameron representou a maneira como nos ligamos, ou deveríamos nos ligar, à natureza ao nosso redor. A ligação física feita pelos Na’Vi, povo “fictício” criado pelo cineasta, habitantes originais de Pandora, é apenas a reprodução da ligação sutil que temos com todo o cosmo, basta estarmos atentos a nossa respiração, por exemplo, e somos capazes de perceber o mundo de outra forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que dizer então da relação com os animais durante as caçadas, ou quando Neitiry (a mocinha) mata os “lobos” para salvar a vida de Jake (o mocinho)? Não há raiva, não há cobiça, não há prazer, há apenas compaixão, respeito e agradecimento ao sacrifício desses animais, que permite a sobrevivência do povo Na’Vi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a diferença de tamanho entre os humanos e os Na’Vi? A meu ver é muito simples, os Na’Vi embora tecnologicamente rústicos, embora vistos como “atrasados” pelos terráqueos, são extremamente mais evoluídos como seres, e isso está representado por seu tamanho e força, enquanto os terráqueos, embora acreditem ser grandes, apresentam um complexo de inferioridade tamanha que precisam entrar em robôs gigantes para se sentirem poderosos. Isso é típico do nosso modo de pensar e agir, acreditamos que só há força fora de nós, ainda não conseguimos acordar para o nosso potencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a forma de atingir esse potencial é bem clara no filme, para Jake começar suas primeiras lições, primeiro é orientado a esvaziar seu copo, isto é, se livrar de seus preconceitos. Quando as lições começam, ele aprende que para se desenvolver tem que desprender dele mesmo e sentir o todo a sua volta (lembram da cena dele caindo da árvore tentando se apoiar nas folhas para chegar ao chão?)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois é, há muito mais o que falar, mas eu já estourei meu orçamento de linhas. Para finalizar, gostaria apenas de voltar ao conflito final, que é o que acredito que passamos nos dias de hoje, e está para se intensificar cada vez mais com a aproximação de 2012. A Terra está hoje se defendendo, e irá escolher para lutar ao lado de quem pode ajudá-la a se desenvolver, a continuar no seu processo natural de evolução, é por isso que é tão urgente escolhermos de lado queremos ficar, é preciso decidir se continuaremos a fazer parte do “Povo do Céu” ou se nos tornaremos Na-Vi.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito obrigado a todos,&lt;br /&gt;
Mateus&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-211554309937966112?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/211554309937966112/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2010/02/avatar-o-filme.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/211554309937966112'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/211554309937966112'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2010/02/avatar-o-filme.html' title='Avatar – O filme'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-8081894385995265328</id><published>2010-01-22T20:51:00.000-02:00</published><updated>2010-01-22T20:51:19.846-02:00</updated><title type='text'>As lições do Haiti</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Passada pouco mais de uma semana do terremoto que devastou o Haiti, consegui reunir algumas reflexões a respeito do que ocorreu lá e gostaria de compartilhar com vocês. Em primeiro lugar vale entender a magnitude do desastre; o Haiti praticamente acabou pelo que vemos através dos jornais, e é muito provável que o número de mortos em função do terremoto continue crescendo, mesmo que agora de forma indireta, sejam por infecções “hospitalares” (entre aspas porque hospitais mesmo praticamente não existem mais), doenças sanitárias, por fome, conflitos gerados pela fome ou em tentativas de fuga do país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu entendo que o Haiti acabou, e me perguntei por que lá? Justo o país mais pobre das Américas. Acreditando que nada é por acaso, talvez por ser o país menos preparado estruturalmente para essa tragédia, tenha o povo mais forte para suportar essa adversidade, haja vista os resgates de pessoas vivas que aconteceram mais de uma semana após os desabamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro motivo é o sentimento de compaixão e solidariedade que essa tragédia despertou. Nessa época de mudanças, em que precisamos mais do que nunca nos tornar seres compassivos, e como diz meu mestre, depois de tantos exemplos de amor que nos foram dados e não assimilados, vem uma tragédia para nos ensinar pela dor, uma dor tão forte que nos fez, a todos, pensar um pouco mais no próximo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas mesmo com toda essa ajuda, e apesar de sabermos das dificuldades de distribuição e entrega dessas doações no Haiti, me choca o desprezo com que os haitianos estão sendo tratados. Nos primeiros dias, as equipes de resgate internacional se focaram em salvar seus compatriotas, somente depois iniciaram o salvamento dos haitianos. O próprio EUA 100% disposto a “ajudar” já montou operações para evitar que refugiados do Haiti entrem no seu país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Talvez o maior ensinamento que essa tragédia nos dará, pois a meu ver o Haiti é um país, hoje, condenado, é de que antes de sermos cidadãos desse ou daquele país, somos acima de tudo seres humanos, nascidos do ventre da mesma Mãe Terra, e devemos nos tratar dessa forma. Eu me pergunto como qualquer país signatário dos Direitos Humanos pode negar abrigo imediato a pessoas que não têm nem mesmo o que comer, fora todos outros direitos básicos do ser humano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu já ouvi, ou li, que uma das mudanças da Nova Era é o fim das fronteiras, talvez os terremotos no Haiti estejam apenas nos preparando para essa realidade, pois creio que mais importante que levar suprimentos aos haitianos, é levar os haitianos aonde possam viver com dignidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito obrigado a todos,&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mateus&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-8081894385995265328?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/8081894385995265328/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2010/01/as-licoes-do-haiti.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/8081894385995265328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/8081894385995265328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2010/01/as-licoes-do-haiti.html' title='As lições do Haiti'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-3512463886604705778</id><published>2010-01-18T09:38:00.002-02:00</published><updated>2010-01-22T20:57:01.085-02:00</updated><title type='text'>Desastres</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois de uma longa ausência, não por falta de assunto, mas principalmente por uma provável insegurança subconsciente, é hora de voltar a escrever. Refleti muito sobre o tema de hoje, e talvez o medo de ser apocalíptico, ou passar a idéia de querer dizer uma verdade, tenham me feito demorar tanto a escrever esse texto. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sendo assim, gostaria de frisar, novamente, que esse texto reflete apenas a minha visão pessoal, e não pretende ser uma descrição da verdade, e ao contrário do que alguns de meus textos possam sugerir, não acredito que estejamos caminhando para o “Fim do Mundo”, mas apenas para uma era de profundas transformações.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desde o início do ano, quando ocorreram as tragédias de Angra dos Reis, São Luis do Paraitinga e outras, em decorrência das fortes chuvas que castigaram boa parte do nosso país, quis escrever a respeito. Essas tragédias, infelizmente, não foram fato novo para nós, ano passado testemunhamos diversos reveses naturais, principalmente em função de chuva e tempestades de ventos no Sul e Sudeste do país.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que gostaria de dividir com vocês, é a minha impressão sobre os acidentes de 2009 em comparação aos de 2010. Em 2009 ocorreram vários desastres naturais, de proporções seriíssimas, mas que me chamaram atenção pelo baixo índice de mortes e até mesmo pessoas acidentadas, em proporção aos estragos ocorridos. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembro-me de uma escola no ABC Paulista, que toda cobertura da quadra esportiva caiu, mas não houve um ferido sequer; a explosão do bazar em Santo André, que destruiu quase que um quarteirão e ocasionou apenas dois óbitos, dentre uma série de outros acidentes. Esse padrão parece ter se repetido também em países do exterior, pelas poucas notícias que assisto. O meu sentimento em relação a esses acidentes é que foram avisos, avisos nos dando uma chance de perceber o que está por vir.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2010, no entanto, já começamos o ano com mais de 50 mortos em Angra dos Reis; São Luís do Paraitinga, apesar da falta de óbitos civis, é como se a cidade tivesse morrido (ainda estou refletindo sobre como uma cidade com uma preocupação ecológica declarada, além de um reduto cultural incomparável no estado de São Paulo sofreu uma tragédia dessas proporções).&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ainda por cima, em contraste com os grandes desastres, sem vítimas significativas do ano passado, na segunda semana do ano, a cobertura de um ponto de ônibus cai e mata um senhor, no dia seguinte, cai uma marquise de dois metros quadrados e mata um garoto. E nem há o que dizer sobre o terremoto no Haiti. Agora o meu sentimento é que a época dos avisos acabou.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas não penso que seja o fim do mundo, mas apenas o momento de refletirmos sobre momentos de mudança; se mudar é tão difícil assim; e se a mudança for mesmo inevitável, que papel queremos desempenhar nesse processo.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Muito obrigado e boa semana a todos,&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mateus&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-3512463886604705778?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/3512463886604705778/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2010/01/depois-de-uma-longa-ausencia-nao-por.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/3512463886604705778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/3512463886604705778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2010/01/depois-de-uma-longa-ausencia-nao-por.html' title='Desastres'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-6634570655352683797</id><published>2009-12-20T22:11:00.001-02:00</published><updated>2009-12-21T10:11:45.075-02:00</updated><title type='text'>Por que acredito em Deus?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Primeiro gostaria de pedir desculpas pela ausência do texto da última semana. Além da correria típica de fim de ano, confesso que também estava reunindo certa coragem para escrever esse texto. Como o assunto é controverso, além de complexo, peço desde já desculpas a quem se sinta ofendido com alguma posição que eu defenda. Como em todos meus textos não pretendo trazer a verdade, mas sim compartilhar com vocês minha maneira particular de ver o mundo, e propor uma reflexão para quem ache conveniente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, sem mais delongas, por que eu acredito em Deus? Bom, me alongando um pouco mais, já que não dá para responder a essa pergunta de forma tão seca, gostaria primeiro de definir Deus no contexto dessas linhas. Chamarei de Deus, por força do senso comum, um quê onipresente, onisciente, e possivelmente onipotente, que permeia todos os seres e todas as coisas do universo, uma força que liga tudo e todos, e que por sua própria natureza, jamais poderá ser compreendida pela mente humana, de forma que nos é impossível afirmar sem sombras de dúvidas que exista, sendo da mesma forma impossível o seu contrário.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas então, por que eu acredito em Deus? Acredito por que sinto Deus, percebo Deus, e sei que assim como você é, eu também sou Deus. Não me considerem prepotente, ao contrário. Se saber Deus exige certa dose de humildade, pois para saber que é Deus, é preciso antes reconhecer que tudo é Deus, portanto não há melhores, não há piores, não há o que seja certo, nem mesmo o que seja errado. Se saber Deus, também é algo que exige coragem, pois é uma grande responsabilidade ser Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acredito em Deus não por imposição de credo, ou por medo do inferno, acredito em Deus, pois como disse Eistein, há duas formas de ver o mundo, uma delas é que nada é um milagre, e a outra é que tudo é um milagre, eu vejo tudo como milagre. Como explicar a presença de pessoas iluminadas que passaram por nosso mundo, como Cristo, Buda ou Gandhi, gênios da arte como Mozart, Da Vinci e até mesmo “vilões”, mas pessoas não menos ímpares como Hitler?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como explicar a beleza de um arco-íris, ou mais difícil ainda, como explicar a emoção que nos causa ver um arco-íris por o acharmos tão belo? Como explicar de onde viemos? Como explicar por que estamos aqui? Não levem tão a sério as últimas perguntas, são meramente ilustrativas. Só as fiz, pois há os que dizem que Deus é apenas a resposta irracional para as perguntas que a razão não pode responder. Mas como eu disse anteriormente, a mente humana, agora por sua própria natureza, não é capaz de compreender Deus. Pois Deus, assim eu acredito, não é algo para ser entendido, mas sim percebido, sentido, vivenciado. Quem já experimentou Deus sabe que ele existe, e sabe o que ele é, e sabe que não há palavras que o descrevam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acredito em Deus, acreditem, por vários outros motivos, mas nesse caso seria preciso escrever muito mais do que eu me propus nesses textos. Mas segue o link para um texto que entre outros, participou da formação da minha crença em Deus. &lt;a href="http://www.casa-indigo.com/artigos/quase_morte.asp"&gt;http://www.casa-indigo.com/artigos/quase_morte.asp&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para finalizar, gostaria de sugerir para os que acreditam em Deus, seja da forma que for, e acreditam na Sua onipresença: reflitam sobre o primeiro mandamento, “Amai a Deus sobre todas as coisas”, entendendo que Deus está em tudo e em todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito obrigado a todos,&lt;br /&gt;
Mateus&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-6634570655352683797?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/6634570655352683797/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/12/por-que-acredito-em-deus.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/6634570655352683797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/6634570655352683797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/12/por-que-acredito-em-deus.html' title='Por que acredito em Deus?'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-6423666692564183232</id><published>2009-12-06T23:13:00.000-02:00</published><updated>2009-12-06T23:13:56.830-02:00</updated><title type='text'>Mestre</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nos últimos textos enfatizei bastante a necessidade de estudo e prática para o desenvolvimento do ser humano como um ser integral e cônscio de sua essência. Mas percebi que faltava um ponto importante a ser dito: o Mestre.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível acontecer o desenvolvimento sem as orientações de um mestre? Acredito que Não e Sim! Para entender essa resposta vou reproduzir algumas frases que já li a respeito de mestres, e depois tentarei amarrá-las.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos buscar nosso mestre interior.&lt;br /&gt;
O mestre surge quando o discípulo está pronto.&lt;br /&gt;
O mestre exterior é apenas a materialização do mestre interior.&lt;br /&gt;
É difícil encontrar um mestre, mas dez vezes mais difícil é encontrar um discípulo.&lt;br /&gt;
O mestre deve conduzir o discípulo ao seu Eu interior, despertar sua terceira visão; quando isso acontece o mestre não é mais necessário.&lt;br /&gt;
O mestre não tem nada a ensinar, o discípulo apenas “pega” os ensinamentos do mestre, assim como quem pega uma doença contagiosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É importante lembrar que tudo o que precisamos está dentro de nós, todo conhecimento, toda força, toda sabedoria, tudo já está dentro de nós, só precisamos ir lá e encontrá-los. Portanto basta olhar para dentro, atingir a essência, entrar em contato com o mestre interior. Mas nem sempre essa é uma tarefa fácil, é aí que surge a necessidade de um mestre, que nos guie pelo caminho do autoconhecimento e ajude a desatar os nós dessa jornada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto o mestre não deve ser alguém que cria dependências, assim como um verdadeiro líder, ele sabe conduzir seus discípulos de forma que esses aprendam a caminhar sozinhos. E por mais carinho que tenhamos por nossos mestres, temos que saber que um dia precisaremos abandoná-los e seguir sozinhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devemos entender também que não adianta procurar um mestre, assim como não adianta esperar que ele surja milagrosamente em nossa vida enquanto não estivermos prontos, enquanto não estivermos verdadeiramente preparados para sermos discípulos. Por isso a importância de trilhar o caminho a cada passo dado. Quando conseguimos fazer isso, fatalmente o mestre surge em nossa vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos, no entanto, estar atentos a falsos mestres, mas reconhecer um verdadeiro mestre não é difícil. Em primeiro lugar um mestre não precisa se declarar mestre, pois ele É. O verdadeiro mestre não exige nada em troca, pois é naturalmente um ser compassivo. Além disso, ensina pelo exemplo e não pelas palavras, e está em constante aprendizado, pois um verdadeiro mestre sabe que não sabe tudo que há para saber.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado a todos e boa semana,&lt;br /&gt;
Mateus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-6423666692564183232?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/6423666692564183232/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/12/mestre.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/6423666692564183232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/6423666692564183232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/12/mestre.html' title='Mestre'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-3698270308921646264</id><published>2009-11-29T23:14:00.001-02:00</published><updated>2010-07-27T13:32:50.876-03:00</updated><title type='text'>Ser diferente é ruim?</title><content type='html'>Recebi essa semana um e-mail assinado por uma psicóloga clínica chamada Karla Christine sobre a idolatria ao Cazuza. Parece circular já há algum tempo, pois encontrei várias referências a esse texto na internet, portanto, quem ainda não o conhece, se tiver interesse em lê-lo na íntegra, basta fazer uma busca pelo nome da autora em qualquer ferramenta de busca. Num breve resumo, ela questiona o culto a uma pessoa como Cazuza, que segundo ela, era um “marginal”, “rapaz mimado”, “traficante”, e como ele mesmo nunca escondeu, usuário de drogas que participava de bacanais e bebia até cair.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Concordo integralmente quando ela diz que é muito preocupante essa postura de rebeldia e transgressão ser vista como exemplo por nossos jovens, mas o tema me despertou uma reflexão bem mais profunda. Há muito tempo eu tenho a idéia de que pessoas como Cazuza, que conseguem expressar o aparentemente inexprimível, seja em palavras, sons ou formas, possuem uma sensibilidade tão diferenciada que faz com que pareçam, às pessoas “normais”, loucos desajustados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje, com o pouco que tenho estudado, tenho certeza de que isso é uma verdade. Esse assunto tem um link direto, por exemplo, com o &lt;a href="http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/11/por-que-meninas-vestem-rosa-e-meninos.html"&gt;texto&lt;/a&gt; sobre as manifestações do masculino e do feminino. Isso porque a sensibilidade e visão de mundo dos artistas são típicas do feminino, o que em alguns casos gera conflitos nos homens, que por razões culturais chegam a questionar sua própria sexualidade. Mas como eu disse anteriormente, a sexualidade não deve ser confundida com nossos comportamentos, isso acontece somente por uma questão de preconceito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na busca por uma identidade, por um grupo que aceite suas diferenças muitas vezes essas pessoas se vêem diante das drogas. Aqui há um ponto importantíssimo que quando entendido pode ajudar muito. Há milênios substâncias entorpecentes são usadas em rituais sagrados, pois causam uma alteração de consciência que nos coloca em contato com nossa essência, com o divino, pois reduzem significativamente a atividade cerebral. E como não se viciar nessa sensação, como entrar em contato com o divino e não querer repetir essa experiência? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não estou defendendo aqui o uso de drogas, estou apenas mostrando um outro lado do consumo, que poucas vezes é citado. Ao contrário, acho o uso de drogas algo extremamente prejudicial, pois apesar de levar a um contato com a essência, cobra um preço muito alto por isso, além de geralmente não ser um contato consciente. Sabendo disso, eu optei por um caminho mais longo para a tomada dessa consciência, mas que quando alcançado trás benefícios perenes, o caminho da meditação (em breve falarei mais sobre meditação). E por isso a importância do estudo aliado à prática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Refletindo sobre esse comportamento fora de padrão, que acompanha artistas que encantaram o mundo desde que nossa história passou a ser escrita, e acredito até mesmo antes, eu me pergunto se é tão ruim ser diferente, se é um mau estigma. Talvez esteja faltando entender melhor essas diferenças e canalizá-las de forma positiva, para que não apontem para o lado oposto, ou melhor dizendo, complementar, e assim somem ao invés de destruir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vai aqui uma dica para pais de crianças hiper-ativas ou extremamente introspectivas, antes de pensarem que seus filhos tem algum problema, tentem percebê-los apenas como crianças com uma sensibilidade e visão de mundo diferentes, e para quem nunca ouviu falar nelas, tente se informar sobre as “crianças índigo” e as “crianças cristal”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito obrigado e boa semana para todos,&lt;br /&gt;
Mateus&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-3698270308921646264?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/3698270308921646264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/11/ser-diferente-e-ruim.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/3698270308921646264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/3698270308921646264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/11/ser-diferente-e-ruim.html' title='Ser diferente é ruim?'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-6206278124712382503</id><published>2009-11-25T13:20:00.004-02:00</published><updated>2009-11-25T13:32:40.386-02:00</updated><title type='text'>Hospício social – sua loucura pode ser a sua cura (por Andrea Pavlovitsch)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Olá amigos,&lt;br /&gt;
o texto abaixo é de autoria de Andrea Pavlovitsch, ela é uma Psicoterapeuta Holística que já há algum tempo escreve textos bem alinhados com os que publico aqui no Blog.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recebi esse texto de uma amiga em comum e decidi publicá-lo. Ela aborda o acidente acontecido na semana passada (18/11/2009), da mãe que mudando a rotina do dia esqueceu a filha de 5 meses no carro. Foi mais um episódio que nos mostra como é importante voltarmos a ter contato com nossa essência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pedido da própria Andrea seguem seus dados de contato.&lt;br /&gt;
Tel (11) 3447 8051 e-mail: andreapavlovitsch@uol.com.br e site: &lt;a href="http://www.stum.com.br/andreateixeira"&gt;www.stum.com.br/andreateixeira&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;Hospício social – sua loucura pode ser a sua cura&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
"Não tema a difamação exterior. Tema seus próprios pensamentos, pois somente eles podem penetrar em sua essência e destruí-la"&lt;/i&gt; (Augusto Cury)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estou lendo o famoso livro “O Vendedor de Sonhos” de Augusto Cury. Peguei para ler, sinceramente, porque achei que tivesse qualquer coisa a ver com vendas, no final era tudo o que andava mesmo precisando ler. Vender sonhos? Perder-se para se encontrar? Afinal de contas, o que era tudo aquilo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A parte que mais que pegou até agora foi a que ele fala que são todos uns loucos neste mundo. E os piores loucos são os que se acham normais. Ele até coloca umas aspas na palavra “normais” cada vez que a pronuncia, como se fosse mesmo falar de uma doença. Na realidade, reflete bem o que eu acredito. Eu tenho medo de pessoas ditas normais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por normais leiam-se todos aqueles que não enxergam a própria loucura. Ou melhor, que estão tão mergulhados num mundo de ilusões que perdem completamente o contato consigo mesmos. Esta semana ouvi uma notícia que chocou muita gente. Uma mãe que deixou o bebê de seis meses dentro de um carro escaldante durante 7 horas. Obviamente, seguindo as leis da natureza, a criança faleceu. E o que pensar desta mulher?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como bem disse Ana Maria Braga quando noticiou isso no programa dela “Quem sou eu para julgar?”. Sim, é muito complicado isso. Julgar alguém implica em você ser o certo e a pessoa ser a errada. E eu não sou mãe, não sou esta mãe, para saber o que se passou na cabeça dela. Mas, na minha humilde opinião, ela simplesmente reflete a loucura social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As pessoas estão tão fora delas que não se lembram que seus filhos estão dentro de um carro. Eu realmente acredito que ela não se lembrou. Que ela mudou a sua rotina e acabou por não perceber o seu bebê dentro de um carro. Mas pense no grau de concentração desta pessoa, em todos os outros milhões de aspectos da vida, para se esquecer de uma coisa destas. É quase alguém que não está mais encarnada. Que não sente. Que se perdeu tanto no mundo das suas idéias e seus ideais que não se lembra do básico e do importante: o que ela sente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Dizem que as mães sentem. E eu tenho certeza de que esta mãe sente. E tenho certeza que tem muito pouca coisa do mundo que vai abrandar a dor dela. A dor da perda, a dor da culpa, a dor do julgamento social. A dor de ter se perdido de si. Antes de perder o seu filho, ela se perdeu de si mesma. Mergulhou no mundo insano das ilusões. As ilusões de poder, de trabalho, de status. A ilusão de que precisava ser uma super profissional, mãe, mulher, cozinheira, amante, dona de casa, responsável, malhada e feliz. Mergulhou na ilusão de fazer todo mundo se orgulhar dela, todo mundo ver como ela é maravilhosa. Esqueceu, ou talvez nunca tenha aprendido, que o nos interessa mesmo está dentro daquilo que chamamos coração. Lá dentro, na alma, que ela supostamente nem sabe mais onde fica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E eu pergunto: quem sou eu para julgá-la? Se muitas vezes me peguei presa nas minhas próprias ilusões. Se tantas e tantas vezes caí do cavalo da minha arrogância por pensar que estava certa e o mundo errado. Por pensar, pior ainda, que existia um certo e um errado. Quantas e quantas lições eu tomei na cabeça para aprender a me ver, a me olhar. A voltar e reencarnar neste mundo real.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu ainda tenho um monte de ilusões e, vira e mexe, eu me bato com elas. E tenho certeza de que um monte de gente lendo este texto (e talvez até pensando nas compras do supermercado, na geladeira quebrada e em marcar esteticista) também as tenham. Mas precisamos despertar. E ouvir estas histórias é como um galo cantando nas nossas orelhas, zunindo e pedindo “pelo amor a Deus, voltem a si mesmos”. Volte a ser você. Veja o que é realmente importante na sua vida. Pare de se importar com bobagens, com o que os outros pensam. Com o que você deveria fazer ou não fazer, em como os outros vão te ver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta mãe aprendeu, e está aprendendo, de uma maneira muito, muito difícil. Independente da culpabilidade dela, que cabe à justiça dos homens julgarem. Eu não estou aqui para defender ou atacar ninguém, mas para perceber um fato. Uma coisa que aconteceu e que nos mostra como ainda vivemos num grande hospício. Sugiro sim a leitura deste livro. Mas sugiro, mais ainda, a leitura da sua própria alma. Suas atitudes, suas vicissitudes, suas crenças. Lá, dentro de você, está a sua loucura. E sua loucura pode sim ser a sua cura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-6206278124712382503?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/6206278124712382503/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/11/hospicio-social-por-andrea-pavlovitsch.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/6206278124712382503'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/6206278124712382503'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/11/hospicio-social-por-andrea-pavlovitsch.html' title='Hospício social – sua loucura pode ser a sua cura (por Andrea Pavlovitsch)'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-39760593477687911</id><published>2009-11-22T13:47:00.000-02:00</published><updated>2009-11-22T13:47:54.311-02:00</updated><title type='text'>Um soco é só um soco!</title><content type='html'>Tem uma história que era contada por Bruce Lee, e que já era contada muito antes dele, sobre o desenvolvimento de um artista marcial. Quando alguém começa a aprender a lutar, acha que um soco é só um soco, mas assim que as primeiras lições são ensinadas, o aprendiz descobre que há muito mais em um soco; é preciso posicionar o punho de forma correta, encaixar ombro, quadril, manter a guarda enquanto executa o soco. Depois que a estrutura física está adequadamente coordenada, o lutador ainda aprende como deve direcionar a energia durante um soco e pensa, “como eu podia achar que um soco é só um soco, com tanta coisa envolvida” e continua treinando; treina, treina até o ponto em que domina toda complexidade que há em um soco, e percebe então que um soco é só um soco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas qual é o ensinamento que isso nos trás? Há alguma diferença entre o primeiro soco e o último soco? O que distingue o primeiro soco do último é a consciência que se tem do soco. Ao começar a treinar o lutador faz um soco sem ter consciência desse soco, mas à medida que se desenvolve, seu soco, que passa por todo um processo de intelectualização e aprimoramento técnico, de repente torna-se algo tão natural que volta a ser apenas um soco, mas nesse momento o lutador tem total consciência sobre o soco. Essa é a grande distinção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu acredito que esse processo cíclico esteja presente em tudo no universo, inclusive e principalmente em nosso processo de desenvolvimento pessoal e como espécie.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Individualmente nascemos totalmente integrados ao universo; as ações de um bebê são instintivas, sua respiração é correta, ele dorme quando tem sono, se alimenta quando tem fome, mas não tem consciência do que faz, nem porque faz. No decorrer da vida nos afastamos do natural, e na medida em que desenvolvemos nosso intelecto e nossa identidade criamos uma barreira que nos separa de nossa essência. É importante entender que esse estágio, embora perigoso, é importante para que possamos completar o ciclo, e voltar a comungar com o universo de forma consciente. Por isso é importante colocarmos todo nosso esforço na redescoberta de nossa essência, estudando e praticando, para que possamos retomá-la de forma consciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, como espécie, um dia moramos num paraíso, mas quem lá estava não tinha essa consciência, não imaginava que habitasse o paraíso, pois ali era o seu lugar natural. Foi preciso toda essa evolução, as guerras, as doenças, a segregação, para evoluirmos como espécie, e termos condições de voltar a habitar um paraíso, mas dessa vez conscientes de que lá estamos. Mas para que essa evolução da espécie ocorra, é preciso que individualmente sejamos capazes de realizar nosso ciclo, e assim completar o ciclo de toda espécie.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado e boa semana a todos,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mateus&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-39760593477687911?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/39760593477687911/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/11/um-soco-e-so-um-soco.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/39760593477687911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/39760593477687911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/11/um-soco-e-so-um-soco.html' title='Um soco é só um soco!'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-3106208897538110553</id><published>2009-11-15T23:31:00.004-02:00</published><updated>2009-11-16T07:37:38.134-02:00</updated><title type='text'>Por que meninas vestem rosa e meninos vestem azul?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Será que é possível se tornar um ser humano integral vivendo em um mundo de dualidades? Por que é tão importante a busca pelo equilíbrio e viver no caminho do meio?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há muito para falar sobre esse tema, mas hoje quero focar meu texto em um único aspecto dual, o masculino e o feminino. Assim como outros elementos considerados como opostos na cultura ocidental, o masculino e o feminino são apenas lados diferentes da mesma moeda. Na cultura oriental tais elementos são entendidos como complementares, dando equilíbrio a tudo que existe no universo, pois nada existe sem seu oposto, ou melhor dizendo, seu complementar. Yin e Yang.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Percebendo a realidade dessa forma, é preciso entender a importância de derrubarmos alguns preconceitos que trazemos desde nossa infância, e talvez um dos maiores seja o preconceito sobre a diferença dos sexos. Tentarei fazer uma abordagem sobre o preconceito do masculino e do feminino, sem abordar a questão sexualidade, que embora seja intrínseca ao assunto, não é necessariamente obrigatória, e aqui vai a primeira dica: o comportamento masculino e feminino é algo que está além das escolhas sexuais, é exatamente isso que Pepeu Gomes quis dizer ao cantar que “Ser um homem feminino não fere o meu lado masculino”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos nós como seres integrais nascemos com características masculinas e femininas, mas desde pequenos somos estimulados a viver apenas como exclusivamente homem ou exclusivamente mulher. Somos afastados de nossa natureza integral desde o dia em que os pais ao saberem o sexo da criança que irá nascer, decidem se a decoração do quarto será azul ou rosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que meninos não podem chorar? Será que é pecado um homem ter emoções? E por que as meninas são sempre princesas indefesas presas em um castelo, a espera do príncipe que virá salvá-las? Uma mulher não pode ser responsável pelo seu próprio destino? Acho desnecessário falar aqui sobre todas as diferenças entre homens e mulheres, elas são mais do que conhecidas. E é claro que essas diferenças existem, e mesmo que fossemos criados isentos de qualquer preconceito sempre haveria a predominância do masculino ou do feminino, mas o que não implica na supressão do outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entendendo essa questão conseguimos dar um grande passo na direção de um desenvolvimento integral, pois enquanto não estivermos horizontalmente integrados na questão do masculino e do feminino, não conseguiremos nos desenvolver verticalmente, integrando corpo, mente e espírito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obrigado a todos,&lt;br /&gt;
Mateus&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-3106208897538110553?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/3106208897538110553/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/11/por-que-meninas-vestem-rosa-e-meninos.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/3106208897538110553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/3106208897538110553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/11/por-que-meninas-vestem-rosa-e-meninos.html' title='Por que meninas vestem rosa e meninos vestem azul?'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-1926571034631036429</id><published>2009-11-08T13:19:00.004-02:00</published><updated>2009-11-15T23:35:01.547-02:00</updated><title type='text'>Ter ou Ser?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Novamente o texto dessa semana foi motivado por uma resposta ao texto da semana passada. Preocupou-me o fato de possivelmente ter passado a idéia de que devemos abrir mão de nossos bens materiais e nos dedicar apenas a práticas internas, pois como meu amigo me escreveu “Projetar a sua felicidade no acúmulo de bens é tão perverso e danoso quanto projetar sua felicidade na ausência de bens.” &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Isso me lembrou a história de um discípulo de Buda, um rico príncipe, que vivia no máximo da opulência possível, que ao conhecer Gautama Buda pediu para segui-lo. Buda achou que seria improdutivo para este príncipe segui-lo, mas o príncipe prometeu ser o mais dedicado dos discípulos, e assim foi aceito. Entretanto, como Buda desconfiara, ao abandonar seu reino o príncipe compensou a opulência em que viveu até aquele momento buscando a mais absoluta miséria, ou seja, o príncipe foi de um extremo a outro.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando escolhemos o caminho do Ser, e abandonamos o Ter, é preciso ter o cuidado de não ir de um extremo a outro, é importante entender que valorizar o Ser não significa viver apenas com a roupa do corpo, e que morar numa boa casa, andar em carros luxuosos ou trocar de celular a cada seis meses não é necessariamente um pecado.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fundamental é não cairmos na ilusão de que só conseguiremos ser pessoas melhores quando conquistarmos mais bens do que temos hoje. É isso que me preocupa tanto na busca do Ter. Quando conquistamos, com nosso esforço e dedicação, bons empregos que geram bons salários, não há nada de errado em aproveitarmos o que esse recurso pode nos proporcionar, mas devemos ter cuidado para não criar uma identificação tão grande com o que temos a ponto de não aceitar viver com menos caso a vida mude de rumos.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Além do medo de perder o que se tem, a vida em função do Ter gera um ciclo vicioso de infelicidade perigosíssimo, pois por exemplo, uma pessoa que não possua um carro, acredita que será imensamente mais feliz quando puder comprar seu primeiro carro e não precisar mais andar de ônibus; então ela consegue comprar seu primeiro carro, um carro popular sem acessórios, ela fica imensamente feliz, mas logo em seguida o carro que ela tem não lhe serve, ela quer agora um carro com vidros elétricos e direção hidráulica, vive frustrada até conseguir um carro assim, e quando o consegue passa a querer um carro com bancos de couro, motor mais potente, importado, e assim o que se tem nunca está bom, pois acredita que só poderá ser melhor se tiver algo melhor.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A loucura é tanta que esse querer transforma-se em precisar. Quantas vezes ouvimos pessoas dizendo coisas do tipo, “preciso disso, preciso daquilo, preciso, preciso”, como se não fossem capazes de viver sem o objeto de desejo. Mas do que realmente precisamos para viver? Eu acredito que se conseguirmos distinguir o que queremos do que realmente precisamos já nos ajuda a viver melhor. Não é pecado Ter o que queremos, mas isso não pode de forma alguma afetar quem nós Somos. E quando nós Somos de fato felizes, não importa o que Temos, seremos felizes pelo simples fato de Sermos.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obrigado a Todos!&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-1926571034631036429?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/1926571034631036429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/11/ter-ou-ser.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/1926571034631036429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/1926571034631036429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/11/ter-ou-ser.html' title='Ter ou Ser?'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-1008232727954265160</id><published>2009-11-02T17:37:00.001-02:00</published><updated>2009-11-15T23:35:25.113-02:00</updated><title type='text'>Natureza Humana</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em resposta ao texto anterior, “Horton e o mundo dos Quem!”, um amigo se disse descrente da possibilidade de mudança dos homens, pois de acordo com ele “O grande problema de todos os protestos pela paz mundial e afins, é que eles se baseiam na mudança da atitude do ser humano. Na mudança da sua natureza, de buscar o prazer e a utilidade que está mais próxima, é mais fácil, e é mais certa.”&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa resposta gerou uma série de debates extremamente produtivos, que não cabem aqui, mas despertou em mim a vontade de escrever um pouco sobre a natureza humana.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como sempre, o que vou exprimir é apenas a minha opinião, e deixo a cargo de vocês refletirem a respeito, confrontando minhas idéias com as suas, pois não pretendo em nenhum de meus textos ser mensageiro da verdade.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na minha visão, o comportamento humano, principalmente o que se desenvolveu no Ocidente, está ligado ao acúmulo de bens, satisfação de prazeres e de forma até contraditória, sacrifícios que fazemos hoje para ter um futuro tranquilo. Concordo que isso parece bastante próprio do ser humano, mas discordo enormemente que essa seja nossa natureza. Corrijam-me os psicólogos caso eu diga uma bobagem muito grande, mas a busca pelo prazer é da natureza do Id; o acúmulo, que serve para o homem se destacar e parecer melhor que o outro, é da natureza do Ego; e os sacrifícios que fazemos, por vezes acabando com nossa saúde, é própria do Super Ego. Agora eu pergunto, nós somos apenas a soma de nosso Id, Ego e Super Ego? Eu não quero acreditar que eu sou tão pouco assim.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na verdade somos o Id, o Ego e o Super Ego (personalidade da nossa mente), mas também somos mais. Somos ainda espírito e corpo. O problema é que no processo de evolução da nossa espécie, criamos uma identidade tão forte com nossa mente que acabamos por nos esquecer de nossa natureza holística, de nossa forma integral, somente quando nos dedicamos a desenvolver de maneira integral nossos corpo, mente e espírito é que conseguimos perceber qual é nossa verdadeira natureza.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso se faz tão importante voltarmo-nos para dentro de nós mesmos. É aí que se encontra o melhor caminho para termos acesso à nossa verdadeira natureza e encontrarmos o verdadeiro propósito de nossa vida. Quando olhamos para dentro e nos isolamos do mundo, paradoxalmente entendemos e percebemos que somos parte do todo, não apenas seres isolados, e aos poucos nossa verdadeira natureza de compaixão se manifesta sobre nossa individualidade, assim como o entendimento de que estamos aqui para evoluir sim, mas evoluir no ser e não no ter.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obrigado a todos,&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mateus&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-1008232727954265160?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/1008232727954265160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/11/natureza-humana.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/1008232727954265160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/1008232727954265160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/11/natureza-humana.html' title='Natureza Humana'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7750452327564349314.post-17572062759007711</id><published>2009-10-28T22:01:00.015-02:00</published><updated>2009-11-15T23:34:23.899-02:00</updated><title type='text'>Horton e o mundo dos Quem!</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Ontem assisti um filme “infantil” que me fez pensar em algumas coisas, e decidi dividir esses pensamentos com vocês. O filme foi o “Horton e o mundo dos Quem!”; a primeira vista pode parecer apenas mais um desenho infantil, com uma moral do tipo “todos juntos somos fortes”, mas eu vi muito mais que isso nesse filme.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Eu vi uma pessoa (O Prefeito) dizendo que o mundo em que vivia poderia acabar, e sendo taxado de louco por pessoas que mesmo conscientes de que algo estava errado, não queriam que as coisas mudassem. Vi alguém (Horton), que disposto a ajudar, quase foi impedido por outras pessoas que também gostam das coisas como são, pessoas que defendem um mundo cartesiano. E não fosse a coragem desses dois, vistos como loucos, em defender o que sabiam ser a verdade, um mundo poderia ter sido destruído.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Quando me dei conta disso, percebi que eu, apesar de acreditar que algo de muito ruim realmente está por vir, caso não mudemos nossa relação com o mundo, e, mesmo estando disposto a ajudar, talvez eu esteja fazendo muito pouco, até esse texto não é muito, mas precisei escrevê-lo, pois percebi que quem quer ajudar, deve fazer tudo que acredita ser importante, sem deixar para depois, e sem medo do que todos possam pensar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Não é de hoje que profetizam o fim do nosso mundo, mas não há como negar que as calamidades estão cada vez maiores, mas não é minha intenção discorrer sobre as profecias do apocalipse, pois estas podem ser facilmente encontradas. O que eu quero nesse momento é propor uma reflexão, sobre o que acontecerá com nossa sociedade caso deixemos de ver essas profecias como mero devaneio de malucoshipiesexotéricosaproveitadoreslunáticosreligiosos, e encaremos como algo possível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Nesse caso o que é preciso fazer para evitarmos uma catástrofe? Seja qual for a teoria de destruição do planeta, a solução está em mudarmos nossa relação com o planeta, voltarmo-nos para relações mais humanas e para busca de nossa essência. Se encararmos esse desafio, do que teremos que abrir mão? Qual o custo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Posso estar errado, mas na minha visão, o custo é abandonar uma sociedade que permite a qualquer um galgar seu próprio destino, crescer, acumular riquezas, tudo isso enquanto perdem:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a saúde;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a tranqüilidade de dormir em suas casas;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; a inocência de criança aos 7 anos de idade;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; o controle da própria vida para as drogas;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; momentos entre amigos por não termos tempo para compartilhar;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; as riquezas e belezas naturais do planeta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;A lista é grande, e será que realmente temos tanto a perder para ter tanto medo de mudar? Por enquanto gostaria apenas que pensassem nisso, o que temos a perder, e o que podemos ganhar. E mesmo que não haja nenhuma catástrofe eminente, será que o mundo não se tornaria um lugar melhor e mais prazeroso de se viver?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 100%;"&gt;Obrigado a todos!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt; &lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt; &lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt; &lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-family: inherit; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 100%;"&gt; &lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7750452327564349314-17572062759007711?l=reflexoesconscientes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/feeds/17572062759007711/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/10/horton-e-o-mundo-dos-quem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/17572062759007711'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7750452327564349314/posts/default/17572062759007711'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://reflexoesconscientes.blogspot.com/2009/10/horton-e-o-mundo-dos-quem.html' title='Horton e o mundo dos Quem!'/><author><name>Mateus</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10715181213341954757</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
